Conhecer o assistente
As duas metades (a árvore de perguntas e a conversa), por onde os visitantes lá chegam, e como se põe a funcionar.
A pesquisa serve quem já sabe o que quer. O assistente serve os outros: quem chega com um problema ("uma prenda até 50 €", "qual destes é para mim") e não com um termo.
Vive em Pesquisa → Assistente e tem duas metades, que são funcionalidades de plano independentes:
- A árvore de perguntas: um percurso escrito por si, com perguntas de resposta fechada que levam a um resultado (uma seleção de produtos e categorias). Determinística, previsível, e sem custo por visita.
- A conversa: o cliente escreve por palavras suas e o assistente responde, pesquisando o catálogo. Só recomenda o que a pesquisa devolve: não inventa produtos nem preços.
O modo Perguntas + conversa combina as duas: a árvore resolve os casos comuns, a conversa cobre o resto. Se o plano só incluir uma das metades, o ecrã indica qual falta e a partir de que plano existe.
Enquanto está a nascer O ecrã do assistente está de pé e funciona, mas ainda não se anuncia na barra lateral do painel: chega-se lá pelo endereço direto. Fica anunciado quando o percurso estiver fechado de ponta a ponta. Se está a montar um agora, fale connosco e passamos-lhe o caminho.
Pôr a funcionar
Sem assistente criado, o ecrã pede apenas a loja e um nome. Depois disso, as definições:
- Texto do botão na loja: é a primeira coisa que o cliente lê, e influencia a taxa de início mais do que a árvore toda.
- Como avança: só perguntas, perguntas + conversa, ou só conversa (a lista mostra apenas os modos incluídos no plano).
- Estado: Rascunho (invisível na loja, para construir com calma) ou Ativo.
- Passagens da pesquisa: as portas por onde a pesquisa entrega alguém ao assistente, a seguir.
- Notas para o assistente: texto livre que entra no contexto de todas as conversas. Serve para a forma de responder e para meia dúzia de factos curtos; o que for informação a sério escreve-se na base de conhecimento, que só é lida quando alguém pergunta.
Para o botão na loja há dois caminhos: marcar qualquer botão do tema com data-buskara-quiz, ou usar o link direto https://a-tua-loja/?bk_quiz=1, útil em campanhas e newsletters porque abre o assistente à chegada.
Por onde os visitantes lá chegam
Além do botão, três portas saem da própria pesquisa, e ligam-se uma a uma:
- A caixa aberta sem nada escrito. Quem abre a pesquisa e não escreve não sabe por onde começar, e é exatamente para isso que o assistente serve.
- Uma pesquisa sem resultados. Evita perder quem já estava a comprar: em vez do beco, uma pergunta.
- Uma pesquisa escrita como pergunta. "Serve para pele sensível?" não é um termo de catálogo, é uma conversa a começar na caixa errada.
A tabela "Por onde entraram", no topo do ecrã, divide os inícios por estas portas. Vale a pena olhar para ela antes de mexer na árvore: se ninguém entra, o problema não está nas perguntas.
A conversa, do lado do cliente
Sobrevive à navegação: se o cliente mudar de página ou recarregar a meio, ao reabrir encontra o que já tinha dito e os produtos que lhe foram mostrados, e continua de onde ia. Rever não conta como mensagem nova nem gasta do plano.
E gere-se como nos chats que ele já conhece: pode começar uma conversa nova sem perder a anterior, voltar às conversas da sessão pela lista (o rótulo de cada uma é a primeira pergunta) e apagar as que não quer voltar a ver. O apagar é do ecrã dele: as conversas apagadas deixam de aparecer no browser do cliente, mas ficam nos registos da plataforma, onde o gasto se mede e uma resposta contestada se pode auditar.
O assistente vê ainda o carrinho como ele está: cada mensagem leva uma fotografia do cesto (produto e quantidade), incluindo o que o cliente adicionou pelos botões da loja fora da conversa. É o que lhe permite responder "sim, já lá está" em vez de discutir, e retomar a compra a meio sem repetir nada. A fotografia é só isto; não leva dados pessoais nenhuns.
Com a compra assistida no plano, a conversa fecha o ciclo até ao checkout. Ver compra assistida.
Ligar e desligar a IA
Em Loja → IA na loja estão os interruptores, um por funcionalidade: a conversa, a compra assistida, a pesquisa com IA nos becos sem resultados, as sugestões generativas enquanto se escreve, e o tom de voz com que ele trata os visitantes.
O plano decide quais existem; os interruptores decidem quais aparecem na sua loja, e cada um desliga uma coisa sem tocar nas outras. Tudo nasce ligado, e uma escolha feita num plano que entretanto mudou fica guardada: num upgrade volta a valer sem ter de se lembrar dela.
Limites de utilização
A conversa tem limites de utilização justa, pensados para nunca aparecerem a um cliente real: um teto de mensagens por sessão e por dia, e outro por endereço IP. Servem para que um script ou um curioso a martelar a noite toda não consuma o seu plano nem os nossos modelos.
Quando um teto é atingido, o assistente despede-se com educação e a árvore de perguntas continua a funcionar; à meia-noite tudo volta ao normal. Se a sua loja tiver um padrão de uso fora do comum, fala connosco: os tetos ajustam-se por conta.
O gasto em si mede-se no plafond de IA do plano, e está explicado em plano, pedidos e pagamentos.
Medir
O topo do ecrã mostra o funil dos últimos 30 dias: quantos iniciaram, quantos chegaram ao fim, os cliques em produtos, a receita atribuída e, com a conversa ligada, as conversas e o gasto do período.
Mais abaixo, duas tabelas fazem o diagnóstico fino: "Onde desistem" mostra o abandono por pergunta (acima de 40% fica a vermelho, normalmente sinal de uma pergunta a mais ou mal formulada) e "Resultados que funcionam" mostra visualizações, cliques e o feedback do polegar. Cada pergunta e resultado apresentam também as suas estatísticas dentro do próprio editor, no sítio onde se corrigem.